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Cientistas descobrem a pílula da inteligencia

Matéria copiada ilegalmente do site Momento Curioso - www.momentocurioso.com.br

Em 1998, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou o modafinil, uma droga que é usada no tratamento da narcolepsia, uma condição na qual o cérebro tem dificuldade em regular o seu ciclo sono-vigília que resulta em bruscos “ataques de sono”, dormem repentinamente em lugares e momentos inapropriados. Nos anos seguintes, modafinil tornou-se popular para outro uso: para impulsionar as habilidades cognitivas de uma pessoa. Agora, uma equipe de pesquisadores descobriu que o modafinil, de fato, aumenta uma série de atividades importantes no cérebro, de acordo com um artigo publicado na revista European Neuropsychopharmacology. Esta constatação, entretanto, não garante que o seu médico irá prescrever essa droga para ajudá-lo a passar em uma prova de concurso público.

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Os cientistas ainda não tem certeza exatamente como funciona o modafinil, embora estudos anteriores descobriram que a droga aumenta os níveis do neurotransmissor, a histamina e orexina, ambos os quais regulam os ciclos de sono e vigília. Também eleva os níveis de serotonina (que afeta o humor) e glutamato (o que ajuda a estimular as células do cérebro).

Estas mudanças químicas faz o modafinil eficaz no tratamento da narcolepsia, mas também tem alguns efeitos indesejados sobre outras funções cerebrais. Isso torna o paciente mais atencioso, um aluno melhor, e mais hábeis em tarefas de “nível superior”, que envolvem função executiva e exigem insumos de várias funções cerebrais mais simples.

Os pesquisadores revisaram 24 estudos sobre os efeitos do modafinil na cognição que foram publicados entre 1990 e 2014 e descobriram que o modafinil, fez na verdade, dar um impulso em tarefas que exigem, “planejamento e tomada de decisões, flexibilidade, aprendizagem e memória e criatividade”. Ele não têm um efeito significativo sobre a memória (como o cérebro armazena temporariamente informações) trabalhando. Além disso, a droga tinha muito poucos efeitos colaterais graves, tornando-se um forte candidato a ser uma autêntica “pílula da inteligencia”.

Os investigadores foram rápidos em apontar que esses resultados não significam que o modafinil está aprovado como um aprimoramento cognitivo, e que a decisão cabe aos órgãos reguladores do governo, como o FDA. Mas as suas conclusões podem incentivar o fabricante do modafinil, para que o medicamento possa ser prescrito para este uso. Eles também observam que qualquer melhoria cognitiva vem com “Considerações éticas” que seriam importantes para explorar em estudos futuros.