O projeto, com o objetivo é chegar às profundezas do mar onde se encontra a cratera de 180 quilômetros de diâmetro, tem como foco buscar fontes que poderiam mudar a maneira que pensávamos sobre a história da Terra.

Um projeto ambicioso e caro, pois o custo deve ficar em torno de US$ 10 milhões.

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O impacto aconteceu 66,038 milhões anos atrás, formando a cratera Chicxulub que está soterrada debaixo da Península do Iucatã, no México, no Oceano Atlântico. Descoberta por Glen Penfield, um geofísico que havia trabalhado no Iucatã, procurando petróleo no final da década de 1970.

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Em busca de muitas respostas, os especialistas Sean Gulick e Joanna Morgan serão responsáveis por liderar uma equipe de geofísicos. Uma parte da cratera está cerca de 800 metros de profundidade e será necessário realizar escavações para passar por muitos sedimentos marinhos, a escavação começará no inicio de abril deste ano, e utilizara técnicas semelhantes as usadas na procura por petróleo.

Serão cerca de dois meses de trabalho, e o foco principal é a busca de amostras da base da cratera para tentar entender os processos do impacto do asteroide e por consequência descobrir informações do desaparecimento de grande parte da vida Terrestre na época.

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