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Robôs enviados para Fukushima não resistiam a radiação e “morreram”

Os robôs que foram enviados para trabalhar nos escombros da usina nuclear de Fukushima, no Japão não tiveram resistência ao alto nível de radiação presente no local e precisaram ser desligados, para evitar danos maiores. As máquinas/robôs eram responsáveis por verificar o nível de reatividade do reator 3 do local.

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O acidente nuclear de Fukushima foi causado há cinco anos, no dia 11 de março, após um terremoto de magnitude 9 na escala Richter atingiu o Japão, a estrutura que sustentava os reatores não resistiram ao impacto, causando o maior acidente nuclear já registado na história.

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O acidente causou milhares de vítimas, cerca de 19 mil pessoas não resistiram e morreram, outras 18 mil ainda estão desaparecidas desde o ocorrido e cerca de 80 mil pessoas estão morando em alojamentos, por conta deste desastre.

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Os níveis de radiação eram enormemente altos, o que impossibilitava a retirada do material por humanos, devido o material tóxico. Foram enviados robôs desenvolvidos por pesquisadores do Tepco (Tokyo Electric Power Company) para a retirada do material.

O material usado na construção era bastante resistente (ao menos era o que achavam). No entanto, após chegarem ao local, a radiação começou a corroer a fiação das máquinas, o que prejudicou o seu funcionamento. Esses robôs levaram vários anos para serem construídos, mas mesmo assim não resistiram aos altos níveis de radiação.

 

Os responsáveis pelo projeto estimam que sejam necessários cerca de 30 a 40 anos para que a contaminação seja completamente detida. Sendo que nestes cinco anos, apenas 10% da destruição foi resolvida. O Japão pretende construir uma enorme barreira de gelo para tentar congelar a água que se encontra contaminada pela radiação para que o resto do oceano não seja contaminado.